Terça-feira, 31 de Janeiro de 2012

Acordo protocolar com SNQTB





A Ases Brincalhões e o SNQTB estabeleceram um protocolo que visa condições de acesso prioritário, com definição de descontos sob a tabela existente para aqueles associados.

No âmbito desta parceria a Ases Brincalhões informa ainda, que estão incluídas na mensalidade todas as actividadades extra curriculares (Música, Inglês, Psicomotricidade).

Renovação do Protocolo com o Clube de Pessoal da Firma Lever Olá

A Ases Brincalhões vem anunciar aos associados do Clube de Pessoal da Firma Lever Olá a renovação do Protocolo para o ano 2012.

Mantêm-se as vantagens para os beneficiários desta convenção, quer em descontos bem como em prioridade na lista de espera.

Mais um caso de sucesso na parceria entre a Ases Brincalhões e o clube de Pessoal da Firma LEVER OLÁ.

Sábado, 31 de Dezembro de 2011

Natal 2011 na Ases Brincalhões



Findando esta quadra tão especial para as crianças e famílias, desejo que todos tenham tido um Feliz Natal dirigindo-me especialmente à cada vez mais alargada família Ases Brincalhões.

O mês de Dezembro foi particularmente movimentado, especialmente na preparação e ensaios para as Festas de Natal das diferentes salas da creche. Contudo e apesar das tenras idades dos intervenientes e do olhar atento de uma plateia adulta, todos os meninos e meninas se portaram muito bem e participaram à sua maneira e condição nas Festas de Natal, abrilhantando as mesmas da melhor forma que sabiam e podiam, contribuindo para que no final o balanço tenha sido muito positivo.

No final do desfile dos "pequenotes", houve um pequeno lanche, sempre com o intuito de facultar o convívio dos Pais entre si e com os colaboradores da creche e assim aproximar toda a família Ases Brincalhões.

2012

Visto estarmos prestes a iniciar um novo ano, ano esse que muitos vaticinam de grande dificuldade, a Creche Ases Brincalhões deixa a todos uma palavra de esperança, desejando a todos os Pais e Colaboradores da nossa instituição um Feliz Ano Novo e que sempre que uma tristeza ou dificuldade se nos depare, que nos lembremos da alegria e do sorriso das crianças a quem tão bem queremos e que são a razão da nossa existência. Um Feliz 2012 para todos vós.

Sexta-feira, 30 de Dezembro de 2011

Visita ao Oceanário de Lisboa

A nossa visita ao Oceanário foi um momento de bastante alegria para nós. Ao entrarmos nas carrinhas ficámos logo muito felizes, pois nunca tinhamos saído da creche com as nossas educadoras.

Foi uma diversão ir na carrinha com todos os amigos, gostámos muito, principalmente de quando passávamos nas lombas.
Ao chegarmos ao Oceanário sabíamos que tinhamos de nos comportar bem, pois a rua é um sitio perigoso para as crianças andarem sozinhas. Já lá dentro, fomos observando os peixinhos em todos os aquários por onde passámos, com muita atenção e sempre com a vigilância atenta das nossas Educadoras.
Mas o aquário que gostámos mais foi o aquário grande onde tinhamos os tubarões e os podíamos ver bem de perto, foi muito engraçado poder brincar um pouco com os tubarões e ver como eles são e como nadam.


Mas também gostámos da Amália e do Eusébio, umas lontras muito simpáticas que se divertiam a lavar a cara uma à outra.




E foi assim o nosso passeio, no qual nos divertimos muito e até nos portámos bem.
Que venha o próximo passeio.
Ana Ferreira

Quarta-feira, 30 de Novembro de 2011

Comemoração do 3º Aniversário Ases Brincalhões


Notícias

Começamos por agradecer uma vez mais a participação dos Pais no convívio Ases Brincalhões e comemoração do 3º aniversário da Creche. Foi objectivo principal desta iniciativa uma aproximação e melhor conhecimento entre os Pais dos meninos e por sua vez com toda a equipa da Creche, fomentando desta forma o bom relacionamento e uma maior união de toda a família Ases Brincalhões. Foi decerto uma tarde descontraída e bem passada, a qual desejamos repetir e contar com a presença de todos numa próxima oportunidade.

Quanto ao inquérito realizado aos Pais referente ao alargamento da oferta da Creche no âmbito das actividades extra-curriculares e embora só tenham respondido e entregue os inquéritos cerca de metade dos Pais, podemos concluir que a preferência dos mesmos vai para a Natação e para os Passeios/Visitas de Estudo. Sendo que está actualmente a ser analisada a viabilidade para o alargamento da oferta, podemos desde já garantir que este ano, os Passeios vão mesmo avançar, estando para já programadas duas visitas.


Quarta-feira, 12 de Outubro de 2011

Lançamento da Newsletter Ases Brincalhões

Editorial

Iniciamos hoje a Newsletter dos Ases Brincalhões. Pretendemos que a mesma se torne em mais um meio previligiado de comunicação com os Pais das nossas crianças.

Neste espaço pretendemos divulgar mensalmente novidades relacionadas com a Creche, o dia a dia dos alunos, actividades praticadas, projectos futuros e apresentar um tema, curiosidade ou problemática relacionada com o meio infantil.

Entre textos curtos e de rápida leitura, algum colorido e fotos várias, esperamos assim, através desta ferramenta, poder estar mais próximo dos Pais, corresponder às suas expectativas e prestar  mais um serviço que seja do seu agrado.

Sexta-feira, 2 de Setembro de 2011

Os dentes, porque morde?

1) Calendário habitual do nascimento dos dentes.

Regra geral, a saída do primeiro dente deve acontecer antes dos 18 meses, embora, devemos salientar, tudo dependa da criança, porque há as realmente muito precoces e as que ainda não têm o primeiro dente depois do primeiro ano de vida. Como factores determinantes podemos destacar a genética ou factores hereditários, e o sexo visto que as meninas costuma ter dentes mais cedo.

6-9 meses Incisivos centrais inferiores
8-12 meses Incisivos centrais superiores
8-12 meses Incisivos laterais inferiores
9-12 meses Incisivos lateriais superiores
17-22 meses Caninos inferiores
17-22 meses Caninos superiores
11-24 meses Pré-molares inferiores
11-14 meses Pré-molares superiores
24-30 meses Molares inferiores
24-30 meses Molares superiores

2) Incómodos mais frequentes

Cada criança reage de forma diferente ao nascimento dos dentes, umas crianças dão logo sinal, outras nem tanto. De um modo geral os indicadores são:
Começam a babar-se com mais frequência devido a uma maior produção de saliva;
Endurecimento das bochechas e do contorno da boca devido a uma maior irritação proveniente da própria baba;
Tendência para morder tudo o que encontram;
Dor nas gengivas e, especialmente após o nascimento do primeiro dente, com o aparecimento dos pré-molares e molares, nas bochechas e até nas orelhas;
Rejeição da comida, uma vez que esta pode aumentar a dor.

3) O que fazer para aliviar a dor?

Massajar e aplicar frio nas gengivas;
Dar à criança alimentos saborosos e pouco quentes;
Oferecer-lhe um mordedor.

4) Descobrir a boca... como ajudá-los a perder o hábito de morder?

Desde que os primeiros dentes começam a rebentar até que a criança compreenda para que servem, o acto de morder ajuda-a a conhecer os objectos, dureza, sensações e reacções de defesa. Para ela, os dentes estão sempre à sua disposição e são fáceis de utilizar servindo, essencialmente, para estabelecer relações com o meio envolvente e com os outros. Muitas vezes, quando aproxima a boca de alguém, pode experimentar reacções antagónicas - amor-ódio, beijo-dentada -, uma vez que, nestas tenras idades, estamos a falar do próprio impulso de aproximação.

5) Já sei que não devo morder

Depois dos dois anos e meio, as crianças já têm consciência de que magoam os outros quando lhes mordem. São diversos so motivos que as levam a dar uma dentada, desde uma experiência a uma chamada de atenção ou a uma vingança (quando uma criança tira algo a outra). Muitas vezes a criança morde simplesmente por imitação do comportamento dos seus irmãos mais pequenos ou de outras crianças.

6) Como ajudá-las a compreender que "Morder magoa os outros"?

Em primeiro lugar, começamos por justificar que "os problemas" se resolvem sem morder. No entanto, se a atitude permanece, podemos pedir-lhes que passem com a sua própria mão pelos dentes para que sintam como são rijos e que picam um pouco se os pressionarem contra os dedos, podendo mesmo magoá-los. Cada vez que a criança se prepare para morder outra, podemos "segurá-la" e lembrar-lhe que magoa, dizendo mesmo "passa o teu dedo para veres". Se a criança tem o hábito de morder muito frequentemente, será necessário que descarregue a sua agressividade com as mãos, por exemplo, rasgando papéis duros ou modelando plasticina, pressionado-a com bastante força.

No caso de agressividade e frequente utilização dos dentes sem discriminar as suas funções (quando a criança não distingue entre mastigar alimentos e morder os outros), é aconselhável a consulta de um especialista.    
 
Educadores de Infância

Segunda-feira, 1 de Agosto de 2011

Da Família, da Escola, e umas quantas coisas mais


Autor: Daniel Sampaio
Editora: Editorial Caminho
Local de publicação: Lisboa
Ano de publicação: 2011


Este livro contém uma seleção das crónicas publicadas na revista Pública, do jornal Público, nos anos de 2010 e 2011. Foram divididas por quatro capítulos: Da Família, Da Escola, Da família e da Escola e Compromisso. A publicação destes textos deve-se ao interesse dos seus habituais leitores no jornal, que manifestaram gosto em conservar algumas das ideias expressas na coluna semanal de Daniel Sampaio.


«Defendo a necessidade de nos preocuparmos com o que nos rodeia, com especial atenção para os que estão próximos, sobretudo se forem mais vulneráveis. E acredito na possibilidade de conseguirmos melhorar as famílias e as escolas se nos dedicarmos de facto à sua transformação quotidiana»


Terça-feira, 5 de Julho de 2011

Birras! Como reagir?

Birras! Como Reagir?

Transforme a birra numa prova de amor e faça o seu filho dar mais um passo em frente para a idade adulta.

A maioria das crianças entre os 18 meses e os 4 anos têm aquelas birras quase incontroláveis que deixam os seus pais sem saber como agir. Quem não teve que enfrentar uma birra do filho em plena rua ou no supermercado ou no jantar com os colegas do trabalho? O local e o momento não poderiam ser mais inconvenientes, mas nesta fase as crianças testam ao máximo os limites dos seus pais.

A birra resulta da perceção que a criança tem de si como ser individualizado com vontades, mas que ainda não entende que para viver em sociedade tem que ceder. Esta fase da 'afirmação do eu' faz parte do crescimento normal da criança, da conquista de uma identidade própria. Trata-se de um conflito no interior da criança entre a procura da autonomia e a dependência dos pais. É, por isso, um claro sinal de crescimento. E é nestes momentos que muitos pais se questionam sobre as suas capacidades educativas. A maior dificuldade que os pais enfrentam é a de conciliar a compreensão, que visa proporcionar as trocas afetivas de que ela necessita, com a necessária firmeza.

Em primeiro lugar, não se oponha se não tiver a certeza que será capaz de ir até ao fim. Se decidir enfrentar a birra, terá que agir com calma e firmeza. Firmeza não implica ser agressivo, muito pelo contrário. Alie a firmeza à suavidade.

Nesta fase, torna-se muito importante que os pais aprendam a não ter receio de dizer 'não', deixando bem claro que o amor que sentem pelos filhos é incondicional. A disciplina é também uma forma de amor. Pratique-a sem ignorar os gostos da criança. Não necessita de se tornar um general. A disciplina é, depois do amor, o mais importante que se pode dar a uma criança. Explique sempre a razão do 'não': 'não, porque te podes magoar ou magoar os outros ou estragar o brinquedo...' Expresse empatia e mostre-lhe que compreende perfeitamente o que ela está a sentir: 'Quando era pequena, a avó também não me deixava comer todos os doces que eu queria e eu ficava muito triste. Acontece que se comeres os doces todos vais ficar com uma grande dor de barriga, e a mamã gosta muito de ti e não quer que te doa a barriguinha.' Toque no seu filho numa tentativa de o reconfortar: afague os seus cabelos ou abrace-o. É preciso que você o ensine que as birras não farão mudar a opinião dos pais e que o seu amor por ele não se alterará. Após a birra, felicite-a por se ter decidido pelo bom comportamento.

Se mesmo assim não resultar, ignore-a por alguns minutos e continue o seu percurso. Muitas birras terminam quando as crianças deixam de ter público. É claro que nem sempre é possível - se, por exemplo, o fizer na via pública, poderá mesmo tornar-se perigoso. Neste caso, será preferível conduzi-la pela sua mão e avisá-la que mais tarde será penalizada. As penas deverão ser adequadas à idade da criança e mantidas até ao fim.

No caso das birras ao deitar, repare se o ambiente não é demasiado ruidoso. Leve-o para o quarto pela mão e conte-lhe uma história. As birras são também frequentes nas horas da refeição. Não insista ou valorize de mais a situação. Quando o seu filho tiver fome, com certeza vai comer tudo num ápice. Numa atitude de despero pode sentir-se tentado a oferecer alimentos mais atraentes mas evite cair em tentação.

A birra também permiteà criança lidar com os seus sentimentos e a auto-controlar-se. Incentive-a a fazê-lo com os seus próprios recursos. Aprender que tudo tem limites abre caminho para um convívio saudável com os outros e para uma boa integração na sociedade. As regras são fundamentais.

Só com firmeza as crianças aprendem a respeitar as regras propostas pelos pais. No mundo em que vivemos, que se rege por regras, o melhor é aprender a aceitá-las logo desde pequenino.

O Portal da Educação

Segunda-feira, 13 de Junho de 2011

Santos Populares

Junho é o mês dos santos populares.






Santo António a 13, São João a 24 e São Pedro a 29.

Sardinha assada, bailes pelas ruas, manjericos e versos populares: assim é a tradição portuguesa no mês de Junho.
Há festa em Portugal


São os santos populares

Da sardinha ao manjerico

Os cheiros andam pelos ares.



Em Junho todos bailam

Assim é a tradição

As ruas estão enfeitadas

Lá de cima até ao chão.



A treze Santo António

São João a vinte e quatro

Logo a seguir São Pedro

de bailar não está farto.



São bailes populares

Como estes não há igual

Lusos p’lo mundo inteiro

Têm saudades de Portugal.
 
 
Santos Populares

Sexta-feira, 13 de Maio de 2011

Alergias: tratar e prevenir

Pólenes, pó da casa, pêlos de animais, leite e frutos secos são algumas causas identificadas de alergia
.
Trata-se duma resposta exagerada do organismo a uma substância bem tolerada pela maioria das pessoas:
as defesas entendem-na como agressor e tentam eliminá-la. Pode manifestar-se por tosse, espirros, nariz entupido e a pingar, dificuldade respiratória, inchaço, borbulhas e comichão, entre outros. Não tem cura, mas, nalguns casos, a vacina antialérgica permite viver sem sintomas durante anos.

Alergénio à distância

O primeiro passo para tratar e prevenir alergias é identificar o que as causa e evitá-lo.

Se sofre de rinite ou asma, tenha especial cuidado com a limpeza da casa. Aspire o colchão e lave as almofadas e os cortinados com frequência. Evite tapetes e objectos que acumulem pó e limpe os móveis com um pano húmido. Não fume e evite que o façam em sua casa.

Caso não tolere pólenes, mantenha as janelas fechadas durante a manhã e areje a casa à tarde. Limpe caixilhos e parapeitos, para não alojarem bolores.

No Verão, use repelente de insectos. Evite andar descalço e deitar-se na relva. Não se aproxime de ninhos de vespas ou abelhas.

Verifique as substâncias alergénicas nos rótulos dos produtos para a pele e nos alimentos.

Consulte o médico. Pode valer a pena fazer um tratamento para reduzir a sensibilidade à substância que desencadeia a reacção.

Alerta anafilaxia

Em situações graves, a alergia pode causar o chamado choque anafiláctico e levar à morte.

Chame de imediato o 112 ou vá às aurgências, em caso de:

- comichão, sobretudo, na palma das mãos e sola dos pés;

- urticária (borbulhas), com lesões avermelhadas e sensação de queimadura ou comichão;

- inchaço nas zonas de pele menos esticada, como as pálpebras, lábios, face e pescoço;

- dificuldade respiratória grave;

- náuseas, vómitos ou cólicas abdominais;

- tonturas ou perda de consciência;

- pulso acelerado, ritmo cardíaco irregular e palidez.

Fonte: DECO

Quarta-feira, 13 de Abril de 2011

OTITES

OTITE MÉDIA AGUDA

Descrição: Fluido infectado no ouvido médio (espaço por trás do tímpano) causado por vírus (Vírus
respiratório sincicial, Rhinovírus, Vírus influenza, Adenovírus, Vírus parainfluenza, etc.) ou bactérias(Pneumococos, Moraxella catarrhalis, Haemophilus influenzae, Estreptococos β-hemolítico do grupo A, etc.).
 
Sinais e sintomas:

• As OMA são muitas vezes assintomática (30-50% dos casos). Contudo, as manifestações clínicas mais frequentes são as seguintes:

• < 3 anos: irritabilidade, mexer/puxar as orelhas, acordar a meio da noite e/ou acordar das sestas, febre, anorexia (“perda de apetite”), coriza, conjuntivite, vómitos, diarreia, rinite, convulsões febris, otorreia (“corrimento do ouvido”/”purgar do ouvido” que significa perfuração timpânica e induz alívio da dor), etc.

• >= 3 anos: otalgia (“dor de ouvido”), otorreia (“corrimento do ouvido”/”purgar do ouvido” que significa perfuração timpânica e induz alívio da dor), perda transitória de audição, “sensação de ouvido cheio”, tonturas, vertigens, perda de equilíbrio (por atingimento do ouvido interno), etc.

• Notas: a otalgia só aparece em 1/2 dos casos e a febre só aparece em 1/3 a 2/3 dos casos (mas a otoscopia deverá ser feita em todas as crianças com febre. Se febre > 40 ºC, peça ajuda pediátrica imediatamente).
 
 
Quando pedir ajuda:

• Contacte o Pediatra se os sinais e sintomas anteriores estiverem presentes, mesmo que as medidas para alívio da dor sejam eficazes. O desaparecimento da dor não significa que a infecção foi resolvida. É necessária uma avaliação pelo Pediatra.
 
Tratamento:

• Coloque o seu filho numa posição vertical para ajudar a aliviar o desconforto
• Para a dor, use paracetamol e/ou ibuprofeno (este último ajuda também na inflamação). A dor também pode ser alivida com compressas aquecidas (fralda húmida aquecida com ferro de passar roupa) ou bolsa térmica envolta em pano para evitar queimar a pele.
• Faça lavagens nasais frequentes com soro fisiológico ou água do mar com jacto muito suave (Rhinomer mini, Nasomar, etc.). Por favor, aceda a:

 
 
ARMANDO FERNANDES

PEDIATRA

PEDIATRA DO DESENVOLVIMENTO

URL: http://amrf.no.sapo.pt

Email: cptul@netcabo.pt

Terça-feira, 1 de Março de 2011

OS DENTES DE LEITE

Durante os primeiros meses de vida do seu bebé, os dentes “de leite” mantêm-se escondidos debaixo das gengivas. Por volta do sexto mês, começam a romper as gengivas e a nascer, marcando uma nova etapa no desenvolvimento do seu bebé. No entanto, para alguns bebés esta é uma etapa complicada de ultrapassar pelas dores e mal-estar que poderá, eventualmente, provocar. Para os pais, poderá ser uma época de frustração uma vez está fora do seu alcance aliviar de alguma forma as dores causadas pela dentição.

Estar preparado para enfrentar esta situação poderá ajudar a ultrapassá-la com maior facilidade. Primeiro que tudo, vamos ver alguns dos sinais que demonstram que os dentes estão a nascer:

O bebé coloca as mãos na boca e tenta roer os brinquedos e outros objectos duros;

Torna-se irritadiço; Tem dificuldades em dormir;

Vermelhidão nas bochechas ou nas orelhas;

Aumento da salivação;

Gengivas vermelhas e inchadas que provocam dores ao bebé;

Febre e diarreia; Falta de apetite; Dores de ouvidos.

Poderá recorrer a algumas soluções para aliviar as dores do seu bebé.

Passe um pano molhado com água fria pelas gengivas;

Considere a compra de um brinquedo próprio para a dentição. Este deve ser colocado no frigorífico antes de ser utilizado pelo bebé. Atenção: não congele o brinquedo uma vez que isso poderá provocar queimaduras nos lábios e nas gengivas;

Poderá também utilizar um gel próprio para a dentição em alguns momentos, mas não abuse: este produto poderá conter substâncias anestesiantes, perigosas para a criança. O mesmo se poderá dizer em relação à aplicação de mel ou açúcar na chucha. Se por um lado alivia o bebé, por outro possibilita o aparecimento de cáries num futuro próximo.

Alguns dentistas recomendam que se cuide dos dentes de leite ainda antes destes nascerem. Para isso, basta limpar diariamente as gengivas do bebé com gaze ou um pano limpo. Quando nascerem, deve limpá-los com um pouco de pasta de dentes para crianças. Quando ele tiver cerca de um ano de idade, compre uma escova de dentes para crianças. Se o seu bebé se limitar a morder a escova, não se preocupe: o mais importante é que ele se habitue à escova de dentes.

A forma mais simples de escovar os dentes ao seu bebé é sentar-se atrás dele, ou sentando-o ao seu colo. Depois de escovar, faça-o cuspir a pasta de dentes. É importante não o deixar engolir ou comer pasta de dentes porque o flúor em quantidades exageradas pode ser perigoso. Por isso mesmo, guarde a pasta de dentes num local inacessível. Quando o seu bebé tiver dois ou mais dentes juntos, comece a utilizar fio dental.

Quando a dentição estiver completa, deve lavar os dentes do seu bebé, no mínimo, duas vezes por dia, especialmente após as refeições. A partir dos três anos poderá encorajá-lo a lavar sozinho mas deverá “supervisionar” o processo durante os anos seguintes.

Os pais têm de perceber a importãncia da dentição de leite para o desenvolvimento normal da criança. Os dentes de leite são responsáveis pelo desenvolvimento correcto das estruturas da face e assegura o espaço necessário para o nascimento da dentição definitiva. Uma cárie num dente de leite, por exemplo, poderá comprometer a formação de um dente permanente. São também responsáveis pela correcta mastigação e deglutição dos alimentos que a criança ingere durante toda a infância. Por tudo isto, não deverá negligenciar os cuidados com a higiene oral do seu bebé. E não se esqueça que uma criança habituada a escovar os dentes regularmente continuará a fazê-lo durante o resto da vida.

Fonte: "Todos têm um corpo" Robert E. Rockwell, Robert A. Williams, Elizabeth A. Sherwood. Instituto Piaget.

Sexta-feira, 25 de Fevereiro de 2011

Segurança na Hora do Recreio

Mais de 190 países são actualmente signatários da Convenção dos Direitos da Criança, adoptada pela Assembleia-geral das Nações Unidas em 1989 e ratificada por Portugal em 1990, que visa assegurar as condições de vida e de segurança da criança.

O artigo 31 defende o direito da criança de participar em jogos e actividades recreativas próprias para a sua idade. A importância do recreio para o desenvolvimento da criança está, hoje, amplamente reconhecido e claramente documentado.

Este princípio reflecte-se na generalidade da legislação existente que aponta no sentido de proporcionar confiança e segurança ao ser humano.

Neste sentido, um bom ambiente infantil é indispensável para que a criança possa desenvolver-se e viver em condições seguras.

Cabe aos adultos criar, manter e desenvolver estas condições. 
 
Para prevenir acidentes, o proprietário ou a entidade responsável pelo Espaço de Jogo e Recreio (EJR) deve assegurar o estabelecimento e cumprimento de uma planificação de inspecções apropriada que garanta a manutenção da segurança dos equipamentos colocados à disposição das crianças.

Devem ser tomadas em consideração as condições locais e as instruções do fabricante que podem afectar a frequência necessária das inspecções.

A planificação deve listar as componentes que têm de ser verificados nas várias inspecções e os métodos para as efectuar.

Se durante a inspecção forem detectados defeitos graves que põem em risco a segurança, eles devem ser corrigidos de imediato. Se tal não for possível, deve-se impedir a utilização dos equipamentos, por exemplo, mediante a sua imobilização ou remoção.

Sempre que um equipamento tiver de ser removido do local, por exemplo, para manutenção, as ancoragens ou as fundações que permanecerem no solo devem ser removidos ou protegidos de forma a não comprometer a segurança do local.

A recente actualização legislativa (Decreto-Lei 119/2009), vem reforçar a importância da segurança das crianças nos EJR, estabelecendo obrigações às entidades responsáveis por estes espaços, quer quanto às condições de vigilância e de informação, quer quanto às condições físicas desses espaços.
 
Fonte: BUREAU VERITAS

Segunda-feira, 10 de Janeiro de 2011

De quantas horas de sono precisa o meu bebé?

O sono do bebé

Crie as condições ideais para uma boa noite. É importante começar bem.
Entre as preocupações normais de todos os pais de um bebé, a questão do sono será a que mais vezes estará na ordem do dia. Terá certamente dúvidas sobre se o seu bebé “dorme bem”. Afinal de contas, o bebé do vizinho já dormia a noite toda com apenas algumas semanas — por isso, o seu também deveria ser assim, não é verdade? Poder dormir uma noite inteira é um daqueles marcos ansiosamente esperados por todos os pais mas, na verdade, esta meta consegue ser menos previsível do que outros marcos de desenvolvimento, como a capacidade do bebé se virar. Todavia, os pais podem ajudar a criar as condições ideais para uma boa noite de sono, procedendo da forma mais adequada logo desde o início — e, mais tarde, usando algumas tácticas testadas e covadas.

Qual a diferença entre os meus padrões de sono e os do meu bebé?

Os bebés dormem muito — mas nem sempre o fazem quando queremos. O ritmo do sono precisa de algum tempo para se regularizar. Se se informar desde já sobre os padrões de sono dos bebés, estará em melhores condições de prever e prevenir potenciais armadilhas que possa encontrar no caminho.

Os recém-nascidos dormem em média 16 a 18 horas por dia e todos os bebés continuam a precisar de dormir bastante.

Idade Nº aproximado de horas de sono:

Recém-nascido 16 a 20 horas por dia

Três semanas 16 a 18 horas por dia

Seis semanas 15 a 16 horas por dia

Quatro meses 9 a 12 horas mais 2 sestas (2 a 3 horas cada)

Seis meses 11 horas mais 2 sestas (2 horas cada)

Nove meses 11 a 12 horas mais 2 sestas (1 a 2 horas cada)

Um ano 10 a 11 horas mais 2 sestas (1 a 2 horas cada)

18 meses 13 horas mais 1 ou 2 sestas (1 a 2 horas cada)

Dois anos 11 a 12 horas mais 1 sesta (2 horas)

Três anos 10 a 11 horas mais 1 sesta (2 horas)

Sábado, 1 de Janeiro de 2011

Quando retirar as fraldas?

Por volta de 1 ano e meio, a criança começa a avisar que quer fazer xixi e cocô. Essa é a melhor época para iniciar a retirada das fraldas. Não se deve apressar a retirada das fraldas, nem bater na criança quando ela não conseguir avisar a tempo que vai fazer xixi e cocô. Cada criança tem seu momento próprio para abandonar as fraldas.
Muitas mães ficam preocupadas com a hora certa para retirar a fralda dos filhos, e nessa fase muitas dúvidas são frequentes. A idade mais adequada, como proceder, forçar ou não a retirada da fralda, são apenas as questões mais comuns. O que os pais devem saber é que toda mudança na criança tem que ser realizada respeitando a sua individualidade e o seu próprio ritmo.
Para isso é preciso que haja um certo tempo de maturação, para que um treino produza resultado. Aprender a controlar-se não é fácil, principalmente quando se trata de crianças apenas a começar o seu contato com a vida. Para elas, o que nos parece tão simples é uma enorme empreitada. São muitos os conceitos a serem reconhecidos:
- Há uma ocasião e um lugar apropriado para a eliminação (evacuar);
- Aprender e familiarizar-se com as sensações que indicam a necessidade de eliminar;
- Aprender a contrair os seus esfíncteres, para inibir a eliminação e descontraí-la para permitir que ela se efetue.
O processo deve começar com a orientação paciente, seguida da retirada consentida das fraldas e da compreensão enquanto o treino não se completa, com as roupas molhadas e as trocas repetidas, para não falar dos colchões e do chão. Sobretudo, lembre-se de ter compreensão.
Devido ao grau de amadurecimento individual, algumas crianças conseguem retirar a fralda mais cedo que outras. A sensibilidade dos pais dará a percepção para quando os seus filhos estiverem a manifestar os primeiros indícios de estarem aptos para iniciar o treino, por exemplo: acordarem com fraldas secas, passarem uma parte do dia secas e quando anunciarem que fizeram "xixi".
Nessa hora a criança está pronta e pode ser iniciado o incentivo ao "xixi" diurno. Retira-se a fralda, oferecendo o pote/sanita algumas vezes, sem forçar, porém orientando ser esse o meio para evitar que ele saia sem querer. É importante não recuar e ter muita paciência, o treino pode levar até seis meses para que o controle seja total.
Já o controle das excreções fecais deve ser feito posteriormente. Para a criança é um momento muito importante, pois as fezes representam seu produto, por isso muitas delas se recusam a evacuar e desenvolvem o problemas de constipação. As crianças que não conseguem retirar as fraldas devem ser avaliadas, mas muitas vezes a dificuldade está nos pais: inconscientemente podem não querer ver os seus filhos tornarem-se independentes.
Quando os pais estiverem conscientes disso, poderão conversar com as crianças, mostrando que "crescer é bom" e que está na hora de retirar a fralda. Talvez as crianças esperneiem, façam birra, mas os pais devem mostrar-lhes que conseguirão suportar tais comportamentos com tranquilidade e segurança.
O mais importante, no entanto, é ter paciência, compreensão e perseverança, já que são muitos os comandos que a criança tem que aprender para o controle dos esfíncteres. Em caso de dúvidas procure o pediatra, ele poderá tirar todas as suas dúvidas e orientar o melhor caminho a seguir.
 
Fonte:Psicoedu

Terça-feira, 7 de Dezembro de 2010

O Verdadeiro Significado do Natal

Presentes, presentes, presentes… e o Pai Natal, claro! Para as crianças, a quadra natalícia resume-se, praticamente, a estas duas coisas. Coisas importantes, sem dúvida, mas limitativas. Afinal, o Natal é muito mais do que isso e é fundamental que as crianças o percebam – só assim podem viver e recordar, ano após ano, o verdadeiro espírito da quadra.

Existem inúmeras actividades natalícias a decorrer nesta época dentro das nossas casas: desde as decorações festivas, à elaboração dos postais e telefonemas a familiares, passando pela confecção dos tradicionais doces, sem esquecer outros rituais que possam fazer parte das suas festas. Por isso mesmo, é essencial envolver as crianças em todos os preparativos para o Natal. Só assim perceberão que a quadra é, de facto, mais do que a noite de Consoada passada ansiosamente a olhar para o relógio, à espera que dê as 12 badaladas para que se possam abrir finalmente as prendas.

Aniversário de Jesus. O Natal existe porque Jesus Cristo nasceu e, sendo este o seu aniversário, nada mais apropriado do que o recordar. Independentemente das tradições religiosos serem ou não praticadas no seio da vossa família, nada impede que não possam ler juntos a história do nascimento de Jesus, seja através da Bíblia, seja através de livros apropriados para crianças. Ensine à pequenada qual a origem do Natal, ou seja, o motivo de tanta festa.
Conhecer o presépio. Em seguimento da história de nascimento de Jesus, faça questão de integrar um presépio na sua decoração natalícia. Se o seu cenário de natividade for muito antigo ou demasiado frágil para mãos pequeninas, adquira um presépio mais barato com o qual os miúdos possam “brincar”. Aproveite e leia a história de Jesus junto do presépio, ficando a cargo das crianças colocar as figuras nas suas respectivas posições à medida que a história se vai desenrolando.

Histórias de Natal. A par com histórias sobre o nascimento de Jesus e do presépio, procurem ler, em conjunto, outros contos de Natal, dando ênfase àqueles livros e aventuras que, fugindo das prendas, do pai Natal, das renas e do pinheiro, terminam com pequenas lições de vida que todos nós adoramos aprender ou recordar.

Prendas do coração. Limita o número de prendas que oferece à pequenada, não excedendo três embrulhos por criança – afinal, foi quantas o Menino Jesus recebeu dos três reis magos. Por outro lado, incentive e ajude as suas crianças a confeccionarem os presentes de Natal que gostariam de oferecer, em vez de os comprar. É uma excelente maneira de lhes mostrar que não é o valor monetário que mais interessa, mas sim a intenção. Poupa-se nos presentes e ganha-se em dedicação e carinho.

Recuperar o calendário de Advento. A expectativa e a ansiedade que antecedem o Natal podem ser incorporadas num calendário de Advento que faz a contagem decrescente a partir de 1 de Dezembro e até ao dia 24. Podem optar pelos calendários pré-comprados que escondem um chocolate por de trás de cada porta e atribuir um a cada criança ou então confeccionarem o vosso próprio calendário familiar em que, por exemplo, todos os dias é aberto um embrulho que contém uma mensagem ou uma pequena lembrança para um elemento diferente da família.

Música maestro. Incorpore a música de Natal nas tradições da época, principalmente nas semanas e dias que antecedem os dias 24 e 25 de Dezembro. Apesar de clássicos como A Rena Rodolfo ou A Todos um Bom Natal serem sempre um enorme sucesso junto da pequenada, procure ensinar-lhes outros temas como O Menino está Dormindo ou Canção de Natal que vão de encontro ao verdadeiro significado deste que é um dos mais importantes feriados do ano.

Tempo de Natal, tempo de família. Saiam de casa em família e desfrutem do melhor que a época tem para oferecer… e não estamos a falar de centros comerciais cheios de pais natais e cinema natalício (embora ambas sejam opções igualmente válidas). Porque não experimentarem outro tipo de actividades: visitar uma exposição natalícia num museu, assistir a uma peça de teatro relativa à quadra, um concerto de Natal com coro de Igreja ou ir à Missa do Galo na noite de Consoada? Ao vivo e a cores o verdadeiro espírito natalício terá, certamente, outro impacto nas crianças e na forma como vão viver a quadra a partir de então.
O valor do voluntariado. Embora esta seja uma quadra festiva, é também nesta altura que somos alertados para aquelas pessoas que pouco ou nada terão na mesa de Natal. Ajudar quem mais precisa é um dos gestos mais nobres da época natalícia e uma excelente oportunidade para mostrar à pequenada que mais importante do que receber, é dar. Envolva-os na escolha de roupa usada para doar, na compra de um brinquedo para crianças desfavorecidas ou na aquisição de um cabaz de bens alimentares para entregar nos peditórios que, por esta altura, se encontram nos hipermercados.

Dê o exemplo. Se deixar o stress e o consumismo natalício dominar os dias desta quadra, o mais certo é as crianças interiorizarem esses mesmos valores. Se, por outro lado, viver esta época em família, recordando velhas tradições ou incutindo novas, vai ensinar-lhes que o espírito de Natal está assente no amor e na entrega ao próximo, não na quantidade de prendas que têm debaixo do pinheiro.

Fonte: Pequenada


Quinta-feira, 2 de Dezembro de 2010

Festa de Natal Ases Brincalhões

Este ano, vamos fazer uma festa diferente!

Devido ao elevado número de crianças e respectivos papás, a festa este ano vai durar 3 dias. É verdade!

A educadoras e auxiliares estão dedicamente a trabalhar com os respectivos meninos, para a apresentação de Natal.
Vamos ter muitas surpresas, que vão deixar os papás orgulhosos dos seus rebentos. Há semelhança do ano passado, irá ser proporcionado, um lanche natalicio com iguarias alusivas ao Natal.
Pedimos a colaboração e presença de todos os papás. Vai ser mais um momento especial....na vida dos pais e dos seus meninos.

Todas as crianças irão participar, mesmo os mais pequeninos (Os Brincalhões) do berçário.

Divirtam-se!!!!

Feliz Natal

Terça-feira, 2 de Novembro de 2010

Inscrições na Ases Brincalhões - Documentação

Os documentos necessários para formalizar a inscrição definitiva na Ases Brincalhões, são os que abaixo indicamos:
 
1. Ficha de inscrição devidamente preenchida assinada pelo encarregado de educação;
 
2. Boletim individual de saúde / vacinas actualizado;
 
3.Cédula pessoal ou cartão de cidadão da criança;
 
4. B.I. e cartão de contribuinte dos pais;
 5. Cartão de utente do Serviço Nacional de Saúde;

6. Uma fotografia tipo passe actualizada;

7. Declaração de autorização em como para além dos pais, existem outras pessoas que possam recolher a criança à creche;

8. Declaração médica em como a criança não sofre de doenças infecto-contagiosas e que pode frequentar a creche;

9. Identificação do médico assistente;

10. Grupo sanguíneo;



Dispomos da seguinte informação/documentação que será entregue pessoalmente aos Pais, no acto de inscrição definitiva:

•  Regulamento Interno de Funcionamento
•  Ficha de Historial da Criança (a ser preenchida pelos pais)
•  Projecto Educativo da Ases Brincalhões
•  Planos Pedagógicos das Diversas Salas

(Brincalhões,Reguilas, Traquinas e Sabichões)


O nosso Alvará encontra-se afixado, bem como toda a documentação obrigatória legalmente

Sexta-feira, 1 de Outubro de 2010

Protocolos e Acordos 2010/2011




A Ases Brincalhões informa que se mantêm em vigor para o ano lectivo de 2010/2011, as condições de descontos e acesso nos seguintes  Acordos/Protocolos


Serviços Sociais da PSP
Clube Vodafone
Grupo Unilever/Jerónimo Martins
Ordem dos Arquitectos
Ordem dos Farmacêuticos
Clube Tap