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Trata-se duma resposta exagerada do organismo a uma substância bem tolerada pela maioria das pessoas:
as defesas entendem-na como agressor e tentam eliminá-la. Pode manifestar-se por tosse, espirros, nariz entupido e a pingar, dificuldade respiratória, inchaço, borbulhas e comichão, entre outros. Não tem cura, mas, nalguns casos, a vacina antialérgica permite viver sem sintomas durante anos.
Alergénio à distância
O primeiro passo para tratar e prevenir alergias é identificar o que as causa e evitá-lo.
Se sofre de rinite ou asma, tenha especial cuidado com a limpeza da casa. Aspire o colchão e lave as almofadas e os cortinados com frequência. Evite tapetes e objectos que acumulem pó e limpe os móveis com um pano húmido. Não fume e evite que o façam em sua casa.
Caso não tolere pólenes, mantenha as janelas fechadas durante a manhã e areje a casa à tarde. Limpe caixilhos e parapeitos, para não alojarem bolores.
No Verão, use repelente de insectos. Evite andar descalço e deitar-se na relva. Não se aproxime de ninhos de vespas ou abelhas.
Verifique as substâncias alergénicas nos rótulos dos produtos para a pele e nos alimentos.
Consulte o médico. Pode valer a pena fazer um tratamento para reduzir a sensibilidade à substância que desencadeia a reacção.
Alerta anafilaxia
Em situações graves, a alergia pode causar o chamado choque anafiláctico e levar à morte.
Chame de imediato o 112 ou vá às aurgências, em caso de:
- comichão, sobretudo, na palma das mãos e sola dos pés;
- urticária (borbulhas), com lesões avermelhadas e sensação de queimadura ou comichão;
- inchaço nas zonas de pele menos esticada, como as pálpebras, lábios, face e pescoço;
- dificuldade respiratória grave;
- náuseas, vómitos ou cólicas abdominais;
- tonturas ou perda de consciência;
- pulso acelerado, ritmo cardíaco irregular e palidez.
Fonte: DECO

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